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Blog do Ray | Com Ray Melo

Bocalom e Mara Rocha são os obstáculos para Márcio Bittar superar e declarar apoio à candidatura de Alan Rick

Bocalom e Mara Rocha são os obstáculos para Márcio Bittar superar e declarar apoio à candidatura de Alan Rick

Bom dia! Boa tarde! Boa noite!

Mesmo pilotando uma ‘penca’ de cargos no governo Gladson/Mailza (PP) e na prefeitura de Bocalom (PL), Márcio Bittar (PL) quer mesmo é subir no palanque do candidato ao governo do Acre, Alan Rick. A informação parte de um dirigente do partido Novo, legenda que faz parte do bloco de apoio da candidatura do Republicanos ao comando do Palácio Rio Branco a partir de 2027.

O dirigente do partido da cor laranja foi enfático ao afirmar ainda que a declaração de Bittar em um evento com professores, quando colocou Alan como futuro governador, foi proposital e tinha como objetivo desestabilizar as pretensões de Bocalom em deixar a prefeitura de Rio Branco para buscar o comando do executivo estadual. “Márcio sabia o que estava fazendo. A declaração tinha um objetivo.” 

A informação ventilada de que Bocalom poderia indicar a esposa como vice na chapa de Alan foi descartada pelo dirigente: “Foi uma informação também plantada para criar questionamentos no grupo político do Bocalom. O Márcio não quer a candidatura do Bocalom. Ele quer ser o candidato único ao Senado na chapa do Alan, mas daí surge um segundo problema, que é a candidatura da Mara”, destaca o dirigente.

A disposição do Novo indicar Ana Paula Correia como vice de Alan Rick continua firme. “O Nono confia na liderança do Alan e na construção da chapa majoritária. Ana Paula segue sendo nossa indicação para a vice. E torcemos que o senador Márcio Bittar esteja com esse time”, declara o camisa laranja, também revelando o desejo de Bittar abandonar o conforto dos cargos de Cameli e Bocalom e caminhar com Alan. 

O Blog tentou contato com Márcio Bittar, mas tudo indica que o blogueiro foi bloqueado no ‘zap zap’ do senador. O motivo? Um episódio anterior que envolveu um jantar com Alan Rick e Roberto Duarte, os mesmos que agora querem o apoio do parlamentar do PL, que, à época, chegaram a afirmar que teriam sido gravados por Bittar, na confusão que resultou na perda dos cargos de Alan no governo Camelí. 

O curioso desta busca desesperada por apoio dos republicanos é que, nas últimas eleições estaduais, quando Bittar disputou o governo, ele conquistou apenas 1,12%, ou seja, 4.773 votos. Enquanto Mara Rocha, disputando o mesmo cargo, que poderá ser rifada da chapa, alcançou 11,06% - abocanhando 47.173 votos. A matemática reversa pode ser a resposta, dizer que tem o apoio do partido de Bolsonaro, mas também seria a segunda rasteira que Mara Rocha levaria do PL. 

A política é dinâmica. Quem sabe as diferenças após uma troca de farpas entre Alan e Tião, motivadas pela destinação correta do lixo, ainda possam ser superadas e Bocalom seja encaixado no grupo político da mesma forma que Bittar. E todos possam ser felizes até a próxima disputa eleitoral.

O espaço segue aberto para o senador Bittar.