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“É preciso priorizar o atendimento psicológico”, cobra ativista social após relatar espera de mais de um ano por consulta para a filha

“É preciso priorizar o atendimento psicológico”, cobra ativista social após relatar espera de mais de um ano por consulta para a filha

O ativista social e político Francisco Panthio usou as redes sociais para fazer um desabafo sobre a demora no atendimento psicológico na rede pública de saúde de Rio Branco. Em vídeo publicado na internet, Panthio afirmou que aguarda há mais de um ano pela regulação de consultas para a filha e para o filho de um amigo.

Segundo ele, a situação foi constatada durante visita à Unidade de Referência de Atenção Primária (Urap) da Baixada da Sobral, onde buscou informações sobre o andamento dos atendimentos. “É um absurdo que um atendimento psicológico demore mais de um ano para ser realizado nos tempos que nós estamos vivendo”, declarou.

Panthio destacou o aumento dos casos de adoecimento emocional e defendeu maior integração entre as escolas e a rede pública de saúde para identificar precocemente problemas psicológicos em crianças e adolescentes. O ativista sugeriu a criação de um canal direto entre professores e profissionais da saúde mental, permitindo encaminhamentos mais rápidos quando forem identificadas mudanças de comportamento nos estudantes.

Francisco também criticou a desvalorização dos profissionais de psicologia e afirmou que, apesar da formação constante de novos especialistas nas universidades acreanas, muitos acabam sem incentivo para atuar na rede pública. “É necessário valorizar o profissional de psicologia. Também é preciso criar uma força-tarefa para vencer essa fila de espera”, afirmou.

Ao final do vídeo, ele pediu mais atenção do poder público para a saúde mental da população e reforçou que o atendimento psicológico precisa ter maior fluidez diante do aumento da angústia e do adoecimento emocional da sociedade.