O secretário de Estado de Governo, Luiz Calixto, explicou que o governo é contrário a um projeto da Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE), apresentado na última semana e retirado de pauta hoje (26), por entender que ele cria um auxílio adicional de saúde superior ao que foi pago aos demais servidores públicos.
“O que, de fato, está ocorrendo na Defensoria, é que estão criando uma nova vantagem e nós não vamos permitir que isso ocorra. Nós não vamos aceitar que isso ocorra, porque não vamos aceitar? Porque nós temos um quadro de 52 mil servidores no Estado do Acre que não tiveram essas vantagens. Aí, ainda que a Defensoria Pública tenha autonomia, é orçamento público, é dinheiro público”, disse Calixto.
Na visão de Calixto, é preciso que haja um ‘entendimento com o governo’. “O que a Defensoria quer? Vamos ser claros! A Defensoria quer continuar recebendo o acerto e continua recebendo o adicional por tempo de serviço, que varia de 1% a 35%. Ou seja, 1% a cada ano de serviço. E também a criação de um auxílio-saúde de R$ 2.446,00. Nós concedemos para o servidor público R$ 500. Então, nós não vamos abrir essa porteira para que os servidores públicos caiam em cima da própria Assembleia, exigindo algo semelhante. Então é assim: jogo limpo, cartas na mesa, sem subterfúgios”.
